Classificação AO/OTA das fraturas: o guia do sistema alfanumérico
Como ler e aplicar o código AO — osso, segmento, tipo A/B/C e grupos — com exemplos práticos dos ossos longos.
Antes das classificações regionais, a ortopedia moderna se apoia em sistemas universais que descrevem qualquer fratura com a mesma lógica. A classificação AO/OTA traduz cada fratura de osso longo em um código alfanumérico reproduzível; a de Gustilo-Anderson gradua as fraturas expostas e orienta a antibioticoprofilaxia; e a de Tscherne avalia a lesão de partes moles nas fraturas fechadas.
Dominar esses três sistemas é o ponto de partida para comunicar, pesquisar e decidir o tratamento em qualquer segmento do esqueleto.
Como ler e aplicar o código AO — osso, segmento, tipo A/B/C e grupos — com exemplos práticos dos ossos longos.
Os graus I, II, IIIA, IIIB e IIIC, a antibioticoprofilaxia e o tempo de desbridamento nas fraturas expostas.
A graduação do envelope de partes moles (C0–C3) que orienta o momento da osteossíntese definitiva.