Osteoporose: critérios da OMS e classificação densitométrica
T-score, Z-score, fratura por fragilidade e as ferramentas de estratificação de risco (FRAX).
Além das fraturas, o osso adoece. Esta área cobre a osteoporose e os critérios da OMS, a doença de Paget, a osteomalácia, e as classificações oncológicas e degenerativas: o escore de Mirels (fratura patológica), o estadiamento de Enneking, Lodwick (agressividade), Kellgren-Lawrence (artrose) e Outerbridge (cartilagem).
É o elo entre a ortopedia e o metabolismo ósseo, com foco em diagnóstico e estratificação de risco.
T-score, Z-score, fratura por fragilidade e as ferramentas de estratificação de risco (FRAX).
Os quatro critérios (sítio, dor, lesão, tamanho), a pontuação e o limiar para fixação profilática.
O sistema de estadiamento dos tumores benignos e malignos e a base para o planejamento das margens.
Os padrões de destruição óssea (geográfico, roído de traça, permeativo) e a estimativa de agressividade.
Os graus 0 a IV da osteoartrite, os osteófitos e a redução do espaço articular.
Os graus 0 a IV da condropatia e a correlação com a classificação ICRS.
As fases lítica, mista e blástica, os marcadores (fosfatase alcalina) e as complicações ortopédicas.
A fisiopatologia do defeito de mineralização, as zonas de Looser e a diferença para a osteoporose.