Classificação de Rockwood: luxação acromioclavicular (I–VI)
A classificação clássica das lesões da articulação acromioclavicular, com ilustração dos seis tipos e tratamento.
O membro superior reúne as classificações do ombro, cotovelo, antebraço, punho e mão. Da luxação acromioclavicular de Rockwood e da fratura do úmero proximal de Neer, passando por Mason (cabeça do rádio), Bado (Monteggia) e Mayo (olécrano), até o punho com Frykman/Fernández, Herbert (escafoide) e a doença de Kienböck.
Cada classificação é apresentada com ilustração esquemática, tabela de conduta e as pérolas que orientam a decisão entre tratamento conservador e cirúrgico.
A classificação clássica das lesões da articulação acromioclavicular, com ilustração dos seis tipos e tratamento.
O sistema das quatro partes de Neer, o critério de desvio (1 cm / 45°) e a conduta em cada padrão.
Tipos I a III (e o IV de Johnston), a modificação de Hotchkiss e a decisão entre conservador, fixar ou substituir.
As classificações mais usadas do punho, os epônimos (Colles, Smith, Barton) e os parâmetros radiográficos.
A divisão em terços de Allman, a subclassificação de Neer do terço distal e quando indicar cirurgia.
Os quatro tipos de Bado da fratura da ulna com luxação da cabeça do rádio e a regra da direção do ápice.
Tipos I a III segundo desvio, cominuição e estabilidade, orientando banda de tensão vs placa.
A classificação por altura (Regan-Morrey) e a anatômica de O'Driscoll, centrais na tríade terrível do cotovelo.
Os tipos de fratura intra-articular da glenoide (Ideberg, modificada por Goss) e quando operar.
A classificação de Herbert (A–D) pela estabilidade e o risco de pseudartrose e necrose do polo proximal.
A progressão em quatro estágios da luxação perilunar do carpo, do escafossemilunar à luxação do semilunar.
Os estágios I a IV da osteonecrose do semilunar, a variância ulnar e a conduta por estágio.
A fratura-luxação de Bennett, a Rolando (em T/Y) e as extra-articulares, com a tração do abdutor longo.