Classificação AO Spine: trauma toracolombar
Os tipos A, B e C, os modificadores neurológico (N) e específico (M) e o escore TLICS complementar.
O trauma da coluna vertebral tem uma linguagem própria. Esta área reúne a moderna classificação AO Spine (toracolombar e cervical subaxial), o clássico conceito das três colunas de Denis, e as classificações regionais de Anderson-D'Alonzo (odontoide), Jefferson (atlas), Levine-Edwards (hangman) e Meyerding (espondilolistese), além da escala neurológica ASIA.
O foco é distinguir o estável do instável e reconhecer o risco neurológico.
Os tipos A, B e C, os modificadores neurológico (N) e específico (M) e o escore TLICS complementar.
Os tipos I, II e III do processo odontoide e por que o tipo II é o de maior risco de pseudartrose.
A divisão em colunas anterior, média e posterior, os quatro padrões de fratura e o conceito de instabilidade.
Os tipos A, B e C, os modificadores e o escore SLIC na coluna cervical baixa (C3–C7).
Os padrões da fratura de C1, a integridade do ligamento transverso e a regra de Spence do overhang.
A classificação da fratura do enforcado (hangman), os tipos I a III e a estabilidade.
A graduação de Meyerding (I–V) pelo deslizamento e a classificação etiológica de Wiltse.
A graduação do comprometimento neurológico (A–E), o nível neurológico e o conceito de lesão completa/incompleta.
As três zonas (alar, forame, central) e a correlação com lesão neurológica radicular e vesical.